10/11/2007 17:30
3º FÓRUM POPULAR DE CULTURA
Perfil dos palestrantes, mediadores da roda de conversa e facilitadores das oficinas.
Abertura
Mesa Redonda: Cultura e Inclusão
Com gestores públicos e de Ongs. (aguarde confirmação dos nomes)
Sexta, 23 de Novembro, 19h30
Sábado (24 de Novembro) ás 14h30,
PALESTRAS TEMÁTICAS:
A Cultura como Agente de Transformação Social - A Escola como Pólo Cultural da Comunidade -
MARCIAL DE ARAÚJO LIMA é um artivista com uma longa estrada de serviços prestados ao desenvolvimento cultural no estado de Alagoas.
Iniciou a sua atuação no inicio da década de 60 participando ativamente das Caravanas de Cultura e da idealização e coordenação do programa radiofônico O Estudante na Vanguarda .
Nos anos 80 idealizou o Movimento Estudantil de Cultura Artística e a partir daí não parou mais de se envolver, de corpo e alma, com as questões culturais. Dentre as ações mais importante, destacam-se: Criador da Coordenadoria de Ação Cultural CorAC da Secretaria Estadual de Cultura; Idealizador e coordenador do Projeto A Escola como Pólo Cultural da Comunidade.
Na área acadêmica é licenciado em história pela UFAL e iniciou, mas não concluiu, a formação nas áreas de Sociologia - Univ. Católica (Recife- PE) e Psicologia - UFAL . Foi também professor na Universidade Federal de Alagoas e no Centro de Estudos Superiores de Maceió
Como gestor público participou do curso da gestão cultural na Escola Nacional de Administração Pública (DF) e é Ex-Secretário Municipal de Cultura de Maceió. Atualmente é Presidente da Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió (AL).
Dança-Cidadania
PAULA GONÇALVES DA SILVA Professora e Administradora. Recém formada no curso de administração, em 1999, pela Universidade Federal de Pernacbuco (UFPE), iniciou seu trabalho na Em Cena Arte e Cidadania (Recife PE) como administradora. Com o passar dos anos assumiu a coordenação administrativa e de produção cultural participando ativamente das produções dos espetáculos Na Mancha Ninguém Me Pega (2002, 2003 e 2004), Estações: Uma História de Amor Impossível (2002 e 2004) e O Quebra Nozes no Reino do Meio Dia (2005, 2006 e 2007). Também pela Em Cena Arte e Cidadania participou da equipe de replicação da experiência através de assessoria a projetos sociais e culturais em Pernambuco e fez a produção executiva do curta digital Morto Vivo, do espetáculo Cuida Bem de Mim do Liceu de Artes de Salvador e do espetáculo Versatille do Grupo Unione. Mestra em administração passou a atuar também como professora universitária a partir do ano de 2003, levando para os estudantes de administração de empresas a importância da mobilização social.
Sábado, 24 de Novembro, a partir das 19h30,
MOSTRA ARTE E CIDADANIA
(aguarde confirmação de artistas e grupos participantes)
Domingo, 25 de Novembro, a partir das 9 horas,
RODAS DE CONVERSA
Trabalhando com dança moderna, contemporânea e afro na periferia: Conquistas, potencialidades, dificuldades enfrentadas e as formas encontradas para a superação.
CRISTIANE SANTOS DOS ANJOS É estudante de pedagogia da Faculdade Pio Décimo. Começou a formação artística desde a adolescência e há dez anos trabalha como professora de dança e educadora social em projetos sócio-educativos e ongs.
Desde 1995, quando estreou se apresentando no Encontro Cultural de Laranjeiras vem constantemente participando, como artista e como estudiosa do assunto em festivais, mostras artísticas, oficinas e seminários, com ênfase para as áreas da dança moderna, contemporânea e afro, dentro e fora do Estado.
Atualmente está concluindo o curso de pedagogia na Faculdade Pio Décimo e escrevendo a monografia de conclusão do curso, que visa refletir sobre a sua experiência e a de outros colegas nos trabalhos sócio-educativo através da linguagem da dança.
Atualmente é Presidente da Cia Dançart, que tem se destacado pelo trabalho educativo com a linguagem de dança nas comunidades da capital e do interior de Sergipe, assim como em outros estados.
CARLOS HENRIQUE SANTOS. É estudante de educação física da Universidade Tiradentes. Ator, bailarino, coreógrafo e poeta. Diretor e professor na Academia Rick di Karllo. Iniciou o trabalho com a arte da dança e do teatro no inicio da década de 80 participando de oficinas culturais organizadas pelo Governo do Estado, através da Fundação Estadual de Cultura, no teatro Lourival Batista, no bairro Siqueira Campos.
Como resultado dessa participação e da presença como ator no Grupo de Teatro Amador Cenário, Carlos Henrique cria em 1988 o Grupo Opção no bairro Siqueira Campos, ao mudar para o Conjunto Eduardo Gomes participa do Grupo Origem e em 1989 cria o Grupo Pro Cena de Espetáculos.
As atividades com dança surgiu em 1987 com alunos de escolas da rede pública que buscaram dessa maneira ocupar o tempo livre. Nesse ano é criado o Grupo Fama, os ensaios no inicio eram realizados em escolas, casa de alunas, concha acústica da Praça Dom José Thomaz e no Teatro Lourival Batista no bairro Siqueira Campos. Em meados dos anos 90 o grupo passou a ter sede no Conjunto E. Gomes e no ano de 1999 passa a ter a denominação de Companhia de Dança Rick Di Karllo
Através desses vinte anos de trabalho da Cia de Dança e do Grupo Pro Cena tem-se como saldo positivo a presença no mercado de trabalho artístico de aproximadamente 20 individuos, atuando como professores de teatro e de dança, na condição de voluntários e/ou profissionais, em ONGs, Igrejas, Projetos Sociais e/ou Culturais ligados ao poder público, 2 bailarinos trabalhando em bandas de forró e 1 técnico trabalhando na área de sonoplastia e iluminação.
Teatro do Oprimido
FREDY MATOS REBOUÇAS é acadêmico de psicologia da UFS (9º período) e ator. Inciou a participação arististica no ano 2000 como ator na Cia. de Teatro Stultifera Navis, desde então foi integrante da Cia. Brincantes de Palhaçaria e do Grupo de teatro do oprimido Cruzcão. No momento é diretor e atua como palhaço no Grupo de arte circense Os Balatistas.
Em termos priofissionais está coordenando e atuando como instrutor de Teatro do Oprimido no projeto Coqueira Arte e Cidadania e é instriutor de Teatro do Oprimido no Centro de Atenção Psicosocial (CAPS A/D Primavera) ligado a Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju.
Fazendo teatro no sertão e resgatando a tradição popular da região
RAFAELA DA SILVA ALVES 21 anos, Estudante de Pedagogia, Educadora Popular e Atriz
Com 07 anos de experiência em trabalhos em comunidades rurais, Rafaela da Silva Alves, conhecida como Rafaela, iniciou sua participação social no inicio da adolescência na sua comunidade rural Maranduba - Poço Redondo SE, onde animou e deu inicio a trabalhos pastorais orientados pela paróquia. Realizado trabalhos integrados a comunidade vizinha contribuiu para fundação do Grupo de Jovens JUBC e logo em seguida com a formação do Grupo de Teatro Raízes Nordestinas, que constitui-se legalmente em 2005 como Associação Cultural Raízes Nordestinas que hoje representa uma importante referencia na cultura regional. Participou de diversos cursos de preparação de ator, é atriz, e atua em diversos espetáculos produzidos pelo Grupo, entre eles A Cabra e o Consorcio do Bode espetáculo conhecido a nível nacional e internacional. Foi eleita presidente da Associação, onde junto a um colegiado mobiliza e coordena as diversas ações e projetos, entre eles o Projeto Cabra Nossa do Edital Petrobras Fome Zero - 2006. Participou da Fundação do Fórum DLIS Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável de Poço Redondo, e contribuiu com a construção do primeiro diagnostico participativo do município metodologia do Sebrae. Em 2006 foi selecionada pelo IBAMA para participar de curso de Formação de Educador Ambiental em Tamdaré PE. Aos 18 anos foi convidada pelo governo municipal a ocupar o cargo de Diretora do departamento de Turismo da Prefeitura Municipal, onde permanece atuando e acompanhando diversas ações das secretarias municipais, destacando a educação em convivência com o semi-árido na Séc. de Educação. Com muita vontade de aprender e de partilhar experiências tem participado de diversos cursos, conferencias, redes, articulações, movimentos sociais, articulações, comitês e eventos realizados a nível municipal, regional estadual e nacional. No município realiza oficinas, seminários... com as mais diversas temáticas: meio ambiente, agricultura familiar, cultura popular,... acompanha o desenvolvimento e formação de alguns grupos jovens, grupos culturais, grupo de artesãos, associações comunitárias, cooperativas... Atualmente é presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Poço Redondo onde coordena o Projeto Ser Tão Cidadão (e suas diversas ações voltadas para a criança e o adolescente: Telecentros de inclusão digital, brinquedotecas, Coral infanto-juvenil, mini orquetra, cursos...) patrocinado pela Petrobras. É mobilizadora do Selo Unicef Município aprovado edição 2007 2008, contribuiu para que o município conquistasse o Selo Unicef na edição 2005-2006. Ama seu lugar, seu povo, sua cultura...
Por: Euziane Rafael
domingo (25 de Novembro) a partir das 14 horas,
OFICINAS
A dança como meio de inserção social.
KETULLY COSTA LEAL Dançarina e Educadora.
Iniciou seus estudos na área da dança em 1999 na Em Cena Arte e Cidadania, sendo uma das alunas mais antigas da instituição. Participou como dançarina de todas as suas produções: Na Mancha Ninguém Me Pega (2002, 2003 e 2004), Estações: Uma História de Amor Impossível (2002 e 2004) e O Quebra Nozes no Reino do Meio Dia (2005, 2006 e 2007), tendo atuado como assistente de ensaio e coreografia em diversas oportunidades. Participou de várias oficinas de formação em dança oferecidas no Festival de Dança do Recife. Em 2006, passou a atuar como monitora de dança na Em Cena Arte e Cidadania e Educadora de balé clássico na Academia Arena. Hoje, com formação de nível médio, tenta ocupar seu espaço dentro do mercado tendo a dança como instrumento de trabalho.
"Educação como ação cultural para a auto-determinação: um estudo de caso entre estudantes da periferia maceioense."
Clébio Correia de Araújo, alagoano, Mestre em Educação Brasileira pela UFAL e professor do Depto. de História da UNEAL - Universidade Estadual de Alagoas, onde leciona as disciplinas História da África, Teoria do Folclore e Cultura Brasileira. Atualmente exerce o cargo de Vice- Presidente da Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió. Pesquisador da área de cultura e relações étnico-raciais, defendeu o trabalho dissertativo intitulado "Educação como ação cultural para a auto-determinação: um estudo de caso entre estudantes da periferia maceioense." Tem ministrado palestras, mini cursos e oficinas junto a Ongs e em processos de formação de professores das redes municipal e estadual. Sua trajetória remonta ao movimento secundarista nos anos 80 e movimento de estudantes de história nos anos 90, tendo militado no movimento ambientalista de Alagoas por vários anos, trabalhando como consultor e formador em processos de educação popular envolvendo comunidades de catadores de material reciclado, pescadores, agricultores etc.
enviada por Zezito
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